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Procriação na Lemúria
Procriação na Lemúria

PROCRIAÇÃO DA LEMÚRIA

A procriação na Lemúria passou por três fases distintas:
1.ª) os Nascidos do Suor
2.ª) os Nascidos do Ovo
3.ª) os Nascidos do Sexo

1.ª Sub-Raça – Nascidos do Suor (Brotamentos)
2.ª Sub-Raça – Nascidos do Suor (Andróginos)
3.ª Sub-Raça – Nascidos do Ovo (Hermafroditas)
4.ª Sub-Raça – Nascidos do Ovo (Cissiparidade)
5.ª Sub-Raça – Nascidos do Ovo (Cissiparidade)
6.ª Sub-Raça – Nascidos do Ovário (Sexos separados)
7.ª Sub-Raça – Nascidos do Ovário (Sexos separados)

As fases de reprodução dos lemurianos:
1.ª Sub-Raça – Nasceram do Suor (Brotamentos)
2.ª Sub-Raça – Nasceram os Andróginos (Brotamentos)
3.ª Sub-Raça – Nasceram do Ovo os Hermafroditas (possuíam os dois sexos juntos)
4.ª Sub-Raça – Nasceram saindo do Ovo com predomínio de um sexo
5.ª Sub-Raça – Nasceram do Ovo com este retido no seio materno
6.ª Sub-Raça – Nascimento intrauterino que se torna universal
7.ª Sub-Raça – Nascimento intrauterino pleno

Diz JHS: “Os sexos somente se desenvolveram na 2.ª Sub-Raça produzindo seres nitidamente andróginos, apresentando o biótipo humano. Durante as 3.ª e 4.ª Sub-Raças os indivíduos passaram a nascer do Ovo. Na 3.ª Sub-Raça ocorreu a produção de hermafroditas bem desenvolvidos desde o nascimento, capazes de se locomoverem ao sair do Ovo. As suas formas serviram de veículos aos Senhores de Vénus (Kumaras). Na 4.ª Sub-Raça um dos sexos começou a predominar sobre o outro, e pouco a pouco foram saindo do Ovo machos e fêmeas. Os recém-nascidos careciam de maiores cuidados. Já não conseguiam, ao romper o Ovo, movimentar-se pelas suas próprias forças. Durante as três últimas Sub-Raças tem lugar o desenvolvimento humano. Na 5.ª Sub-Raça ainda continua nascendo do Ovo, mas este é paulatinamente retido no seio materno. O filho nasce débil, impotente. Durante as 6.ª e 7.ª Sub-Raças a criação intrauterina torna-se universal.”

No Banquete de Platão, Aristófanes diz o seguinte: “A nossa natureza não era antigamente o que hoje é: era andrógina. A forma e o nome participavam ao mesmo tempo do estado de macho e da fêmea, que lhe era comum; o seu corpo era redondo e circular o modo de correr. Era terrível em força e vigor, e dotado de uma ambição prodigiosa. Por isso, Zeus dividiu-o de um em dois, e sob a sua direção Apolo fechou novamente a pele.”

Como vimos, na 3.ª Raça-Mãe Lemuriana os seres ainda se reproduziam a partir de ovos. Esse estágio demorou bastante tempo, uns seis milhões de anos segundo a cronologia oculta. A partir daí, foi se consolidando o processo da separação dos sexos.

Contudo, era preciso preparar corpos especiais para que os Senhores da Lua, da Hierarquia dos Barishads, pudessem finalmente manifestar-se em veículos físicos densos, o que até então não fora possível. Em virtude dessa necessidade, alguns ovos passaram a receber cuidados especiais sendo submetidos a magnetização para deles saírem os chamados Hermafroditas Divinos, a fim de servirem de veículos especiais destinados à manifestação das Hierarquias Superiores. Este fenômeno possibilitou às ditas Hierarquias darem início, já no Plano Físico denso, a um trabalho objetivo de acordo com a Programação da Mente Cósmica, de maneira que esse trabalho de natureza construtiva pudesse desenvolver-se, lançando assim as bases da civilização lemuriana.

FIM DA SATYA-YUGA LEMURIANA

Devido a esse esmero na preparação dos veículos que seriam utilizados pelos Seres de estirpe superior, manifestaram-se os Divinos Andróginos ou Hermafroditas Divinos. Segundo descreve a Tradição, aquelas formas apresentaram-se com aspectos de beleza inaudita, cujo porte gigantesco e aparência esplêndida destacava-se ainda mais pela cútis de belos tons dourados, não tendo comparação possível com a restante Humanidade da época. Com a manifestação desses Seres Divinos e a subsequente separação dos sexos, encerrou-se a Satya-Yuga na Terra. Sobre o assunto, diz Arthur E. Powell na sua obra O Sistema Solar:

“Eram os Andróginos Divinos de uma deslumbrante tonalidade vermelha dourada, indescritivelmente brilhantes e esplêndidos, sendo a magnificência do seu aspecto geral posta em destaque pelo olho singular no centro da fronte, que fulgurava como uma joia no engaste ofuscante. O vermelho terroso das formas grosseiras e canhestras dos primeiros homens e mulheres, após a separação dos sexos, não tinha comparação com as formas dos Andróginos Divinos.”

A inteligência dos lemurianos ainda se desenvolvia a partir do exterior por estar inteiramente dirigida para os objetos externos, a exemplo do que acontece hoje com as crianças. O raciocínio era muito embrionário, pois o centro de consciência dos lemurianos estava focado no Corpo Emocional. Só reagiam aos impactos externos da Natureza agressiva de um Planeta ainda não totalmente estruturado. Nessa fase, as criaturas tinham uma individualização incipiente, razão porque predominava um estado de consciência colectivo como se fossem uma Alma-Grupo à semelhança dos animais. Na realidade, como nas Raças anteriores ainda continuavam sendo dirigidos “de fora” pelas Hierarquias Superiores.

ASPECTO FÍSICO DOS LEMURIANOS

Como todas as formas vegetais e animais no início da sua evolução, também os lemurianos tinham estaturas agigantadas. A sua pele era avermelhada de matizes variados; a fronte era inclinada para trás, denotando um cérebro de pequenas proporções; o nariz era achatado com mandíbulas volumosas e salientes. Contudo, os Seres de Hierarquia, os Andróginos Divinos manifestados na época, eram formosos e possuíam uma bela cor de ouro velho. Nesta Raça desabrochou o terceiro sentido da visão. Inicialmente possuíam um só olho no meio da fronte, que posteriormente interiorizou-se transformando-se na glândula pineal de secreção interna. Aos poucos foram aparecendo os dois olhos laterais, que só chegaram ao seu pleno desenvolvimento na 3.ª Sub-Raça Lemuriana.

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