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Parabrahmã
Parabrahmã

SÓ PARABRAHMÃ É ETERNO - O VERBO É A ENERGIA CÓSMICA

Em todas as tradições ocultas fala-se muito no Verbo. Na realidade, o Verbo é sinônimo de Energia Cósmica gerada por uma poderosa Vontade infinitamente acima da vontade humana. Portanto, é o Verbo quem alimenta a Vida. O Verbo manifestado é cíclico, tem fases de crescimento, expansão e declínio. É este fenômeno que demarca os Ciclos, as Rondas, as Cadeias, bem assim como os períodos de vida dos Sistemas Planetários, Globos, Raças e até dos continentes. Quando uma determinada raça, povo, civilização, continente, etc., está bafejada pela Energia do Verbo Criador, tudo floresce e se desenvolve, mas quando essa Energia é retirada sobrevém o declínio, a morte e a dissolução natural, e isto evidentemente independe da vontade humana.

ETERNIDADE DE PARABRAHMÃ

Esta poderosa Energia promana de uma Fonte perene. Tudo nasce e cresce, tudo vive e morre, tudo passa. Por mais duradoura que seja uma coisa de natureza temporal, ela terá o seu fim porque teve o seu princípio. Segundo ensina a Teosofia, só o Oitavo Sistema ou o Oceano Sem Praias é Eterno, porque ele não tem princípio nem fim, cria e gera tudo o que existe, contudo, nunca foi gerado. É o eixo em torno do qual gira a Vida, e se não fosse esse ponto fixo não existiria a Vida, fosse ela orgânica ou não.

No processo da Manifestação há Períodos de Atividade e Períodos de Repouso, que os hindus designam alegoricamente como os Dias e Noites de Brahmã. Só o Eterno é o que jamais repousa, porque mesmo nas ocasiões dos Maha-Pralayas ou no Nirvi-Kalpa-Samadhi Ele permanece ativo na Sua aparente imutabilidade. É como aquela mó a que faz referência o Mahatma Morya, a qual, haja ou não grão para moer, mantém o seu eterno movimento. Ele nunca muda porque é sempre o Eterno Presente. Ao mesmo tempo, também é o Passado e o Futuro. Daí a razão dos cabalistas terem criado o conceito de imutabilidade para basearem a sua filosofia num Centro Cósmico de natureza imutável e permanente. Por isso, quando Moisés meditava no Monte Sinai ouviu a Voz do Eterno que assim lhe falou: “Eu jamais durmo, e se Eu adormecesse um só momento de antes da minha hora, toda a minha Criação logo entraria em dissolução”.

Embora o Eterno jamais “durma”, os seus Períodos de Atividade ou Manuântaras, e os de Repouso ou Pralayas, são cíclicos.

Como já vimos quando estudamos a Cosmogênese, existe uma Suprema Polaridade Cósmica que por um lado é constituída por Brahmã, ou seja, por o que se manifesta, que tem um princípio e, portanto, terá um fim, por mais longo que dure. Forma o Pólo Negativo da Manifestação, e como Pólo Positivo tem-se Parabrahmã que é Aquilo (TAT) que está além de Brahmã, que é Eterno e Fonte de toda a Manifestação, inclusive de Brahmã. É a Fonte donde promana o Verbo, ou a Energia Cósmica que alimenta a Vida em todos os seus aspectos.

TRANSFERÊNCIA DA VIDA-ENERGIA E DA VIDA-CONSCIÊNCIA

Quando atinge o final do Ciclo Manvantárico de um Globo, a Onda de Vida que o animava é transferida para o Globo seguinte, contudo, neste fenômeno processa-se apenas a transferência da Vida-Energia. Quanto à transferência da Vida-Consciência, ou seja, da Essência Espiritual do Globo no final do Ciclo, a mesma é realizada através dos seres das Hierarquias que habitavam o referido Globo. Esses dois fenômenos não se processam simultaneamente devido ao escalonamento evolucional das Hierarquias em evolução, pelo que o processo de transferência registra-se por etapas evolucionais dos seres em desenvolvimento, por norma os Reinos inferiores aparecendo antes dos Reinos superiores para que estes tenham por onde se manifestar.

 

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