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Feiticeiros
Feiticeiros

“Um feiticeiro pode transformar o medo em alegria, a frustração em realização. Um feiticeiro pode transformar o limite do tempo, no tempo infinito. Um feiticeiro pode levá-lo para além das limitações”. (Deepak Chopra)



O QUE É UM FEITICEIRO?



A palavra feiticeiro é assim definida no dicionário: Feiticeiro – um praticante geralmente solitário de magia e repositório de conhecimento arcano. Um mestre de conhecimento. Um sábio. Um mago, conjurador, bruxo. Uma pessoa excepcionalmente dotada ou hábil em uma atividade específica (como em computer wizard/em português, a tradução mais apropriada seria “gênio do computador”). De modo geral (mas não necessário), um termo especificamente masculino. Feiticeiros também foram chamados de “Filósofos Naturais”.



Nas culturas tradicionais tribais, encontramos os xamãs, ou curandeiros e curandeiras, que são dotados e versados em talentos e habilidades de augúrio (predizer o futuro), herbalismo, vidência e feitiçaria. Eles são os professores, magos, guias espirituais, curandeiros e parteiras dos vilarejos. Entre algumas tribos celtas da Europa ocidental, esses xamãs eram conhecidos como wicce, uma palavra anglo-saxônica que significa “moldador, aquele que dá forma”, de onde vem o termo atual witch (bruxa). No período renascentista, os homens que praticavam “bruxaria” eram, com freqüência, chamados de “feiticeiros”. O termo feiticeiro apareceu pela primeira vez no século XV e foi empregado tanto para homens quando para mulheres. No século XX, a maioria das pessoas só conheceu os Feiticeiros pelas histórias e contos de fada. Os mais famosos entre eles são O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkein, apresentando Gandalf, o feiticeiro, e A Caverna de Cristal (e outros livros), de Mary Stewart, que fala de Merlin. De fato, durante esses anos, muitas pessoas esqueceram os feiticeiros que realmente existiram. Mas alguns de nós ainda permaneceram, embora em sua maioria em áreas remotas, escondidos dos olhos do público.



“Praticamente todos os vilarejos ou pequenas cidades na Grã-Bretanha e na Europa tinham pelo menos um feiticeiro. O feiticeiro prestava uma grande variedade de serviços de magia, tais como prever o futuro, encontrar pessoas e objetos desaparecidos, encontrar tesouros escondidos, curar doenças em pessoas e animais, interpretar sonhos, detectar roubos, exorcizar fantasmas e fadas, lançar encantamentos, quebrar encantamentos de bruxas e fadas, fazer amuletos (talismãs) e preparar poções de amor. Como se acreditava que ele conseguia ver os culpados de crimes, a palavra do feiticeiro tinha muito peso em um vilarejo ou cidade pequena.



Nos séculos XVI e XVII, o apogeu da popularidade dos magos dos vilarejos, o termo se aplicava a um mago superior, mas também a diversos magos populares, que também eram conhecidos por outros nomes: sábios, encantadores, benzedeiros, bruxos e conjuradores. Depois de 1825, a palavra feiticeiro se tornou quase um sinônimo exclusivo de bruxo, mas esse uso desapareceu durante o século XX. Os bruxos modernos não usam o termo.” (Rosemary Guiley)



Como Guiley observou, os feiticeiros dos séculos mais recentes parecem ter servido como correspondentes da bruxa local e ela é geralmente descrita pelos modernos praticantes da Arte como: uma moderna modeladora da realidade, uma xamã da tradição européia pré-cristã. Na Idade Média e na Renascença, os bruxos se especializaram em herbalismo e na realização de partos, e eram em sua maioria mulheres. Entre os bruxos modernos encontramos homens e mulheres, e seus trabalhos hoje em dia são voltados de modo principal para a cura, tanto das pessoas quanto da Terra.

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