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"Fechar a Porta"
"Fechar a Porta"

“FECHAR A PORTA” AO REINO ANIMAL

Dos germes oriundos dos homens ainda não físicos densos da 2.ª Raça-Mãe originaram-se os animais superiores, ou seja, os mamíferos, também em forma de Chayas não físicas densas. Pouco a pouco foram diversificando-se até à enorme variedade de formas existentes. Quanto aos animais de espécies inferiores aos mamíferos, foram sendo aperfeiçoados pelos espíritos da Natureza de acordo com a Programação da Mente Cósmica. Durante a primeira e a segunda Raças-Mães a população humana era muito rarefeita. Em virtude disso, foram tomadas algumas medidas no sentido de aumentá-las, e assim foi dispensada uma atenção especial no sentido de facilitar a passagem dos animais superiores para o Reino Humano. Com a chegada à Terra dos Kumaras ou Senhores de Vênus, isso não mais foi possível. Este fenômeno está registrado na História Oculta da Humanidade como o “Fechar a Porta” que dava essa passagem, doravante vedada.

O QUATERNÁRIO MANIFESTATIVO

A Evolução no Ciclo atual processa-se sempre de forma quaternária. Por isso, o valor 4 está sempre presente em todas as atividades do Homem, seja na formação de um povo, de uma raça ou de uma civilização. Esse número também está presente nas mais altas verdades iniciáticas e nas etapas históricas por que passa a civilização. Cada Raça atravessa quatro Períodos ou Yugas, como sejam: Satya, Tetra, Dwapara e Kali Yugas. Cada um dos Ciclos Raciais menores também passa por quatro fases, sendo que em cada uma delas predomina uma casta.

Como primeira casta tinham-se os Sacerdotes ou Brahmanes, que originalmente eram Iniciados nos Grandes Mistérios. Era como se fossem uma expressão humanizada da Divindade na Terra, e por isso mesmo eram os dirigentes espirituais dos povos que os reverenciavam. A sua autoridade estava escudada pelas suas vidas santas e imenso saber. Eram detentores do Poder Espiritual na época teocrática mas afim ao estado de Sinarquia.

A segunda casta era a dos Kshatriyas, os Guerreiros e Reis, na realidade, os senhores do Poder Político. Tinham a função de administrar as coisas públicas, por serem os governantes senhores do Poder Temporal. Algumas vezes os Kshatriyas detinham também o Poder Espiritual, sendo assim Reis e Sacerdotes ao mesmo tempo, como acontecia com os faraós no Antigo Egito e com os czares da Rússia, estes que além de governantes eram igualmente chefes da Igreja Ortodoxa Russa. O mesmo aconteceu com os reis de Inglaterra, que a partir do reinado de Henrique VIII passaram a ser os dirigentes supremos da religião anglicana, tornada religião do Estado britânico.

Na terceira fase domina a casta dos Vaishyas, os antigos artesãos e mercadores, que ao assumirem a direção do Estado transformaram-se na Burguesia detentora do capital nos nossos dias. É do seio desta casta que atualmente saem os dirigentes governamentais e o alto clero os quais quase por norma, por ausência de evolução verdadeira ou espiritual neles, manipulam no interesse próprio todos os tesouros da Natureza.

Na quarta etapa está a casta dos Sudras, a dos servidores ou o proletariado moderno. Numa Kali-Yuga como a atual as castas estão muito misturadas, e por isso se confrontam procurando o Poder que nem sempre lhes pertence, cujas intromissões e choques de interesses geram a chamada luta de classes. Esta fase da civilização prenuncia sempre um período revolucionário indicador da destruição de uma Era para o início de outra, que é sempre o fruto de todas as experiências e sofrimentos da antecessora. A Kali-Yuga demarca o final do quaternário para dar início a uma nova Era impreterivelmente iniciada por uma nova Idade de Ouro ou Satya-Yuga.

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