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Druidismo
Druidismo

MA-RA-VI-LHO-SO texto, burilado do site: www.claudiocrow.com.br

 

Define-se Druidismo como sendo a Religião dos Celtas - uma definição óbvia, já que os druidas eram os sacerdotes e filósofos das tribos celtas. Porém vale ressaltar, que o termo Druidismo é recente, pois o vocábulo "druidism" surgiu no idioma inglês oficialmente por volta de 1710, numa época em que especulava-se muito mas sabia-se pouco sobre as verdadeiras crenças e práticas célticas. Surgiu também, atualmente, outro vocábulo: "druidry", que designa as correntes religiosas modernas que têm por base o "druidism" (Druidismo da Antigüidade).

 

Quando as primeiras tribos celtas chegaram às regiões hoje conhecidas como França, Ilhas Britânicas e Península Ibérica, aquelas áreas já eram ocupadas por culturas coletivamente conhecidas como povos neolíticos, dos quais sabemos muito pouco, dada a escassez de registros. O que sabemos por seus vestígios arqueológicos é que eram uma cultura de agricultores e astrônomos – seus conhecimentos precisos sobre a movimentação dos astros e corpos celestes lhes permitiu a construção de formidáveis estruturas megalíticas como Newgrange na Irlanda, Carnac na França, Avebury e Stonehenge na Inglaterra.

 

A chegada dos celtas àquela região pôs em contato essas duas culturas, e do contato entre elas, surgiu uma espiritualidade que se fundiu dos elementos originais trazidos pelos celtas (de cunho notadamente indo-europeu), com as características dos povos autóctones da região. É o resultado dessa fusão, portanto, que hoje damos o nome de Druidismo. Numa figuração ilustrativa, é como se a religião dos povos que já habitavam o Oeste europeu fosse uma espiritualidade “amarela”, que mesclada à espiritualidade “azul” trazida pelos celtas, desse origem a uma espiritualidade “verde”, o Druidismo.

 

Assim, elementos religiosos notadamente comuns a praticamente todos os povos de origem indo-européia, se fundem a outros elementos que dão ao Druidismo suas características singulares. Como os celtas não utilizavam a escrita para registrar sua história, o desenvolvimento do Druidismo desde suas origens permanece pouco conhecido até os primeiros contatos entre os celtas e a cultura clássica mediterrânea. É somente a partir dos registros de gregos e romanos que os celtas e sua espiritualidade finalmente entram para a história oficial. Esses primeiros registros nos fornecem um retrato um tanto quanto distorcido do que era o que hoje costumamos chamar de “Druidismo Clássico”.

 

Durante o século XIX, a cidade de Londres, capital do mais formidável Império de todos os tempos, é também o centro cultural mundial. Os britânicos que retornavam à Inglaterra após anos nos mais exóticos lugares do planeta traziam consigo suas experiências e testemunhos pessoais de crenças e práticas religiosas observadas em suas viagens pela África, Extremo Oriente e Américas.

 

Por tudo isso, Londres nesse período é também o centro do ocultismo mundial. Figuras como Aleister Crowley, Helena Blavatky e tantos outros nomes importantes povoam as suas ruas, no agitadíssimo fin-de-siéclelondrino, e correntes místico-filosóficas como a Ordo Templo Orientis (O.T.O.), a Golden Dawn, a Maçonaria, a Teosofia e o Rosicrucianismo atraem centenas de simpatizantes.

 

 

A busca por uma vida melhor é o cerne, a motivação e o objetivo de todas as espiritualidades do mundo. O Druidismo propõe que essa vida melhor seja atingida através do conhecimento que gera ação, ou seja, a Consciência. Espíritos conscientes não são dominados ou manipulados: ao contrário, eles agem. O druidismo é uma espiritualidade que devolve às nossas mãos o controle de nossas vidas - sem propostas de “salvação futura”, o druidismo age no Agora: "inspirados pelo Passado, atuamos no Presente para criar um Futuro Melhor".

 

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