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Características
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CARACTERÍSTICAS DOS LEMURIANOS

Como já vimos, inicialmente os lemurianos possuíam um só olho no centro da fronte que depois evoluiu, ou interiorizou-se, tornando-se o “terceiro olho” de que nos falam as tradições esotéricas da Índia, o qual está relacionado com a visão interior ou espiritual e a glândula pineal. Só muito mais tarde foram aparecendo os olhos laterais, cujo pleno desenvolvimento e atividade aconteceu já na 7.ª Sub-Raça nos primórdios da 4.ª Raça-Mãe Atlante.

Desenvolveu-se o sentido da visão, graças ao qual os homens daquela época começaram a interessar-se passionalmente pelas formas vistas e assim começou o desregro sexual nascendo o pecado e com ele aparecendo a aquisição de carma. Agiam mais sob o impulso poderoso do instinto do que pela incipiente razão, o que era absolutamente natural para a realização das experiências evolucionais no Plano Físico denso que ora iniciavam. Entre os lemurianos primitivos ainda predominava a consciência coletiva, pois o processo de individualização estava ainda no seu início. Sob a direção das Hierarquias Superiores construíram cidades ciclópicas e templos gigantescos, ornamentados com as estátuas enormíssimas daqueles que as Estâncias de Dzyan denominam de “Senhores das Faces Negras”. As ruínas da Ilha de Páscoa e de Palenque se bem que não sejam lemurianas, contudo são notáveis evocações desse tempo da Humanidade em seus primórdios.

LINGUAGEM

À medida que um ser humano evolui aumenta a sua capacidade mental que se exterioriza, fundamentalmente, pelo dom de expressar-se através da palavra, que é o meio pelo qual o pensamento se materializa em forma de vibração sonora. Com alguma exceção, quanto maior for a capacidade mental de uma pessoa, maior será a sua capacidade de expressar-se por meio da palavra. Devido a este princípio, os deficientes mentais são muito parcos ma expressão vocal. Como no início da Raça Lemuriana o Mental era muito pouco desenvolvido, por motivo óbvio também era muito limitado o recurso do uso da palavra.

Durante as 1.ª e 2.ª Sub-Raças Lemurianas, a linguagem usada era muito limitada, consistia apenas na emissão de gritos de espanto, dor ou prazer, interjeições de amor ou ódio, tristeza ou alegria. Da 3.ª Sub-Raça em diante houve uma evolução no modo de expressão, tornando-se a linguagem monossilábica. Como reminiscência desse período, temos os termos de origem atlante como Zac, Mu, Ka, Ra e Ak, que significam respectivamente Tempo, País, Corpo, Alma e Espirito. Alguns desses termos foram adotados pelos antigos egípcios. Atualmente, os japoneses, chineses e outros povos antigos, como os maias, astecas, incas e mesmo os nossos indígenas do Brasil, de origem lemure-atlante, possuem linguagem onde ainda predomina a fonética monossilábica.

Portanto, a linguagem era muito limitada por estar em conformidade com o grau de inteligência da Raça Lemuriana. Como dissemos, no seu primórdio comunicava através de gritos e grunhidos até chegar à linguagem monossilábica, já no final da sua evolução.

Na 1.ª Raça da nossa Ronda os corpos eram de natureza subtil, não se distinguiam uns dos outros. Os seres eram dirigidos do Alto pelos Barishads e Agniswattas de 2.ª categoria. Os veículos das 1.ª e 2.ª Raças-Mães constituem hoje o nosso Corpos Etérico e Emocional. À medida que os corpos físicos foram ficando mais densos, os corpos mais subtis foram se interiorizando. Segundo a Tradição, essas duas Raças floresceram nos locais do Globo Terrestre onde hoje se encontram o Pólo Norte e o Pólo Sul.

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